As palavras vêm e voltam, rodopiam, dançam em minha mente. Formam frases, parágrafos, compõem textos, fingem-se sérias no contexto, mas, depois, riem porque apenas mentem. As palavras calam, quando o caos se avizinha. Fogem, escondem-se, deixando-me sozinha. Brigo, tento retê-las, negocio! Dá para me socorrer, não me deixando ao arrepio? Quem dera! E lá se vão elas... E eu? Ah, eu que me aguente no silêncio de quem tinha tanto para dizer, mas nada conseguiu escrever!
Espaço de expressão de percepções e pensamentos acerca da vida, do cotidiano e das relações interpessoais.