Da janela vejo a chuva que cai mansa sobre as árvores,
Vejo o verde renovado das folhas banhadas pela água.
De vez em quando, um pássaro ousa um vôo
Desafiando os pingos da chuva que cai.
Mais ao longe, o horizonte se perde no cinza das nuvens carregadas.
Volto o olhar para dentro, para a tela do computador.
Nela, tuas palavras evocam lembranças.
Trazem à mente um dia distante,
Um vôo ousado em desafio às regras vigentes.
Também me dizem que eu mesma, agora, não passo de uma lembrança.
Nostálgica, sim, mas apenas lembrança!
Perplexa, constato que aquele vôo ousado se esvai
Nas brumas do tempo que passa,
Inexorável, em direção ao nada das memórias perdidas...
Vejo o verde renovado das folhas banhadas pela água.
De vez em quando, um pássaro ousa um vôo
Desafiando os pingos da chuva que cai.
Mais ao longe, o horizonte se perde no cinza das nuvens carregadas.
Volto o olhar para dentro, para a tela do computador.
Nela, tuas palavras evocam lembranças.
Trazem à mente um dia distante,
Um vôo ousado em desafio às regras vigentes.
Também me dizem que eu mesma, agora, não passo de uma lembrança.
Nostálgica, sim, mas apenas lembrança!
Perplexa, constato que aquele vôo ousado se esvai
Nas brumas do tempo que passa,
Inexorável, em direção ao nada das memórias perdidas...

Comentários